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We’re looking for a new host in Porto!

In 2008, Tina Roth Eisenberg, also known as Swissmiss, started CreativeMornings out of a desire for an ongoing, accessible event for New York’s creative community. The concept was simple: breakfast and a short talk one Friday morning a month. Every event would be free of charge and open to anyone.

Today, attendees gather in 224 cities around the world to enjoy fresh coffee, friendly people, and an international array of breakfast foods. Volunteer hosts and their team members organize local chapters that not only celebrate a city’s creative talent, but also promote an open space to connect with like-minded individuals. We call ourselves an engine of generosity and live by our manifesto

CreativeMornings Porto’s previous host has since stepped down so we are now looking for a replacement. Could this be you?

If you are:

- passionate about your local creative community in Porto
- psyched to lead a small volunteer team to put your own spin on CreativeMornings
- excited to participate in the global conversation among our chapters
- one to use the words humble, driven, resourceful, generous and connected to describe yourself

We’d love to hear from you! If interested, complete our standard New Chapter Application and we’ll be in touch.

There will be follow up interviews for the top candidates.

We look forward to receiving your application!

CreativeMornings

P.s. Insight into what it’s like to be a hostAnd more insightOkay, last one

A nossa Host Mariana Barbalho está de saída. Abraçou um novo projeto na Expo 2020, no Dubai.

As despedidas são sempre difíceis, mesmo quando sabemos desde o início que são apenas um “até já”. Já temos saudades do seu sorriso fácil, da sua energia contagiante e do seu espírito forte.

O tempo à frente desta comunidade criativa foi curto, no entante marcante. Os eventos foram todos online, mas houve sempre um grande sentimento de partilha entre todos. Com a Mariana, conhecemos convidados com histórias e formas de expressão muito distintas. A criatividade tem muitas faces e neste últimos meses conhecemos algumas que mais do que inesperadas, foram muito inspiradoras.


Obrigada Mariana!


Ousar é um ato de fé. Usamos todas as nossas forças para dar o grande salto, mesmo sem sabermos qual será o resultado final. Na génese da Ousadia, encontramos a bravura e a rebeldia entrelaçadas. Ousamos desafiar as histórias que nos foram passadas e que já não nos servem mais, as histórias que limitam a nossa imaginação.

Enquanto deixamos para trás as histórias com as quais já não nos identificamos, mas o caminho em frente parece incerto, como é que podemos reunir coragem para fazer o impossível? Em “The Field Guide to Getting Lost”, a autora, Rebecca Solnit, diz-nos: “Deixa a porta aberta para o desconhecido, a ponte para a escuridão. É de lá que as coisas mais interessantes chegam, de onde tu vens e para onde irás.” A porta está aberta. Ousas atravessá-la?

O tema do mês foi escolhido pelo capítulo CreativeMornings Porto Alegre e ilustrado pela Mitti Mendonça.

TEMA DO MÊS: LIBERTAR

Inspira. Expira. Liberta. Deixa a brisa passar por ti, deixa a água fluir lentamente, sente a tensão atrás dos teus olhos afrouxar. A libertação é uma lei universal - todo o aumento de tensão deve ceder. Tudo, desde as flores às árvores, precisa passar por este processo para sobreviver.

Aprender a libertar-se é uma parte critica dos processos de crescimento, cura e transformação. Podemo-nos libertar uns aos outros das nossas queixas. Podemos ser a força de libertação uns dos outros. É o que confere poder às palavras “Eu liberto-te”.

O que é que acontece quando nos libertamos das emoções, expetativas, hábitos, relações ou pensamentos que já não têm propósito? O que é que libertamos em nós próprios? O que é que deixamos à solta no mundo?

O capítulo CreativeMornings Portsmouth escolheu para agosto explorar o tema “Libertar” e Allie Runnion é autora da ilustração.

CONVIDADA: MAGDA DIAS

Julho está a ser um mês especial. Em vez de um evento, como é habitual, vamos ter dois. E apesar do trabalho a dobrar, não podíamos ir de férias da melhor forma.

Em agosto não terás nenhuma sexta-feira criativa, pequeno-almoço revigorante ou abraços virtuais. Vamos para umas merecidas férias, mas antes disso estarás connosco dia 23 de julho para uma conversa intimista com a Magda Dias.

Quem é a nossa convidada?

Mais conhecida pelo blogue “Mum’s the Boss”, a Magda tem um percurso reconhecido nas áreas comportamentais e comunicacionais, onde trabalha há mais de 12 anos. É também fundadora e diretora da Escola de Parentalidade e Educação Positivas, escritora, coach e formadora. Todas estas funções acumula com aquela que é talvez a mais desafiadora, mas também a mais gratificante. A Magda é Mãe.

É aliás neste universo da parentalidade que a Magda desenvolve todo o seu trabalho. Tendo como mote “comportamento gera comportamento”, a nossa convidada aborda as questões parentais e da educação positiva numa perspetiva em que mais do que mudar a forma de atuar das crianças, o objetivo é antes moldar as expetativas dos progenitores. Seja nos workshops, palestras, textos do seu blogue, ou numa simples conversa informal, a Magda procura sempre estimular a reflexão. Fá-lo através de uma atitude claramente questionadora e um certo sentido de humor. É desta forma que chega ao seu público-alvo e passa a sua mensagem: a relação entre pais e filhos deve basear-se em respeito mútuo, assim desenvolvendo relações felizes e com profundo significado.

O tema do mês é “Casa” e na próxima sexta-feira vamos abordá-lo na perspetiva de que está nem sempre se baseia num espaço de quatro paredes. Uma casa é feita pelas pessoas que nela estão e pelas relações estabelecidas.

Curioso/a para descobrir mais? Junta-te a nós dia 23 de julho.


Fotografia cedida por: Magda Dias

TEMA DO MÊS: CASA

Podemos passar toda a nossa vida à procura de um lugar para chamar de casa. Por vezes é necessário sair de casa para a encontrar. No poema “Journey Home”, Rabindranath Tagore escreve, “O viajante tem que bater a todas as portas alheias para chegar à sua”.

Casa pode ser o sítio ao qual pertencemos, podemos encontrá-la no seio da pessoas que gostamos, ou carregá-la connosco para onde quer que vamos. Casa pode ser o lugar criado por pessoas sendo criativas em equipa.

Casa é o lugar para o qual nos dirigimos. Casa é algo que reconstruímos constantemente. Que casa construíste para ti próprio/a? O que é que podemos fazer para construir uma casa para cada um de nós?

O tema do mês foi escolhido pelas CreativeMornings Kansas City e ilustrado por Allison Kerek Williams.

CONVIDADA: SARA MAIA

O tema de junho prolongou-se por julho e o nosso encontro é mais tarde do que o habitual. Apesar do atraso, o entusiasmo é grande pois o tema promete. E a acompanhar um tema deverás aliciante, uma convidada que sagazmente encarou tudo com muita criatividade.

Connosco, e convosco, vamos ter a Sara Maia, doutorada em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro e Universidade do Minho. Exigem e muito organizada no seu trabalho, a Sara desde muito cedo se interessou pela área da investigação. A escolha por Estudos Culturais surgiu pela multidisciplinaridade do tema. O foco no estudo do Género foi quase como que uma consequência natural fruto da conjugação de diversos fatores como vivências pessoais, histórias locais e influência da comunidade onde esteve/está inserida.

“(…)Eu vivi numa sociedade que era, sobretudo, composta por mulheres e por famílias compostas por mulheres ou dirigidas por mulheres. E essa era uma situação muito curiosa. Como é que aquilo acontecia, tão naturalmente, e ninguém estudava aquilo?”*

Atualmente, a Sara é investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS-ICS) da Universidade do Minho e trabalha em parceria com o Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura (POLObs). No seu currículo conta também com o Prémio Internacional em Estudos Culturais - Virgínia Quaresma, para Melhor Tese de Doutoramento em Estudos Culturais.

Natural de Murtosa, a Sara lançou uma provocação para abrir o tema e despertar curiosidade: “O matriarcado não existe”.

Será que é mesmo assim? E se não existe e vivemos de facto numa sociedade patriarcal, qual é o papel da mulher na mesma?

Questões de género, de identidade e de poder estão na base do trabalho que a nossa convidada tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos e sob a qual publicou já diferentes artigos. Nesta envolvência, o desafio do próximo encontro é perceber o que é o matriarcado, como é idealizado e quais as estruturas de poder associadas. Ou até mesmo os mecanismos de controlo associados e que muitas vezes não identificamos como tal.

Temos um evento que promete e uma convidada que mais do que investigadora ou estudiosa, é uma contadora de histórias. E a história que nos vai contar é a da nossa sociedade, ou de parte dela.

Para conhecerem melhor o trabalho da Sara Maia podem acompanhar o seu LinkedIn.



Fotografia cedida por: Sara Maia


*Citação retirada de “Uma Webcartografia dos Estudos Culturais em Portugal”, por Professora Doutora Wlad Lima.

TEMA DO MÊS: MATRIARCADO

Imagina uma sociedade onde as mulheres tomam todas as decisões chave que moldam as questões de segurança, saúde, educação, trabalho e cultura da comunidade.

Como é que a tua vila ou cidade seria se os sistemas e infraestruturas base fossem redesenhados e as mulheres detivessem a maioria dos cargos de poder e liderança? O que é que mudaria? Como é que seria? Ou talvez já vivas num ambiente assim; sociedades lideradas por mulheres poderosas existem atualmente, incluindo comunidades indígenas um pouco por todo o mundo.

Este mês, destacamos todos os lideres que são também mulheres, de todo o vasto espectro de identidades e experiências da feminilidade. As que tomam decisões, as que dão vida, as que cuidam, as que estão na linha da frente, as que resolvem problemas, as que mudam o mundo. As organizadoras e ativistas, as artistas, as escritoras e as inovadoras. As professoras, as cientistas, as profissionais de saúde, as políticas e as empreendedoras. As que dão a cara e as que trabalham atrás da câmara. Sem ti, onde estaríamos nós?

O tema deste mês foi escolhido pelas CreativeMornings Rotterdam e ilustrado por Xaviera Altena.

CONVIDADO: MARCONI PEREIRA

Que há uma sexta-feira por mês super criativa, já todos sabemos. Que este mês acontece no dia 28 de maio, também. Mas será que sabes quem é o nosso convidado?

Marconi Pereira chega-nos do outro lado do Atlântico. Com raízes no Brasil chegou até ao Porto através da educação (FEUP). Apaixonado por tecnologia e pessoas descobriu o TED em 2008 e resolveu que esse seria um projeto seu. Em 6 anos realizou 4 grandes eventos TEDx, culminando tudo na organização do TEDGlobal, em 2014 no Rio de Janeiro. Para tudo isto houve sempre um ingrediente chave: a resiliência

E não foi só com o projeto TED que a resiliência do Marconi Pereira prevaleceu. A resiliência é a capacidade que temos em lidar com problemas, adaptarmo-nos à mudança, superando qualquer obstáculo. Numa carreira onde se busca novos caminhos, alguns nunca antes navegados, onde se procurar implementar projetos inovadores, ser resiliente é o ingrediente chave. Afinal falamos de alguém que todos os dias, e através das áreas da transformação digital, empreendedorismo tecnológico e tecnologias disruptivas e exponenciais, testa os seus limites, superar adversidades e adapta-se a uma realidade onde nem sempre o seu trabalho se enquadra.

Para descobrir mais sobre o nosso convidado da próxima sexta-feira criativa, visita o seu site. Explorem as redes sociais (Twitter e YouTube) e inscrevam-se no próximo evento.


Inscrições aqui.

TEMA DO MÊS: RESILIÊNCIA

Ser resiliente é ser adaptável. É uma forma de ser que é flexível e viva, em que balançamos com o material de sobrevivência: aprendendo, evoluindo e entrelaçando as nossas raízes para a partilha de recursos, e para criar uma base forte de amor coletivo. Como as árvores durante uma tempestade, significa balançar em vez de quebrar.

Perseverar perante dificuldades e sofrimento não é fácil, no mínimo. “Encaro a resiliência como a força e a velocidade da nossa resposta à adversidade”, diz Adam Grant, psicólogo e co-autor do livro “Opção B” que fala de resiliência. Para curar, para recuperar, para dobrar mas não quebrar? É necessário tempo e dedicação para treinar os músculos da resiliência. “É uma competência que trabalhamos ao longo da nossa vida”.

Quer seja para a tua vida, a tua comunidade, ou planeta, considera o seguinte: O que é que podes fazer hoje para teres um futuro mais forte e tranquilo?

Este tema foi escolhido pelas CreativeMornings Dallas, e ilustrado pela Niki Dionne.

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