#CMSpectrum – espectros outros de lentes fragmentárias ❤️🧡💛💙💜
#CMSpectrum – espectros outros de lentes fragmentárias ❤️🧡💛💙💜📻 Para ouvir de fundo —- do pluriversátil jornalista/músico/dj e amigo Vinícius Cunha —- 🌈 SPECTRUM 🌈 CreativeMornings Rio no Spotify 🎙📲
https://open.spotify.com/playlist/5ZtE3seqSbhAS6NQw0GOXY?si=343DlCbNTYq46LUysROcuw)Celebramos e desejamos merda para todos, todes, artigos diversos. Artigos não. Papéis em branco aqui. Tinta e caneta na tela. Rabisco com o r a b i s c o e s p a ç a d o (#PraCegoVer: leia-se “o rabisco espaçado” escrito se forma espaçada como licença poética) & brinco com o leitor como se a brisa do mar viesse a serenar. S E R E N O U (#PraCegoVer: leia-se serenou como alusão ao samba raiz). 🧡Queremos de peito aberto abraçar todos. Mas nem sempre podemos. Nem sempre nos da pé. Às vezes, o remo se perde. Tem vezes que você não enxerga, e olhos tem. Ora nem escuta e os dois ouvidos te deram no mundo. Nossos espectros são diversos e escrevemos nessa texto sem respiros uma forma de ampliar espectros. 💛Como viver num mundo colorido onde os reinos animal e vegetal se unem.💛 The Big Bang Theory. B A Z I N G A //// B L O O M (#PraCegoVER e não entendidos: leia-se bazinga, termo usado na série pra expressar descoberta, ler bloom). Onde um mundo de ficção científica nos pode parecer convidativo, pois ele já o é. Somos feitos de poeira cósmica. Viemos ao mundo, transeuntes e pensantes. E como exigir do outro tamanha unidade? Impossível. Somos capazes sempre de mais. Descobrimos no ópio uma salvação a dor, descobrimos no cipó um portal xamânico de amor, fazemos do café um mal e bem de todo dia. Somos movidos a substâncias da terra, do ar, da sua frente mais fiel a ti: o outro. 🖤E tão diferente se comporta? Sim. Somos cópias não idênticas dos astros, carbono 14, cinza, faísca, estopim. E U R E K A (#PraCegoVer: termo usado por filósofo grego Arquimedes ao descobrir a gravidade na queda de uma maçã). Darwin, Aniquilação, The Midnight Gospel, Ex Machina. A gente projeta o super-homem sem mesmo saber que dentro já vive um por completo. Fazemos da história um guia mas apagamos tudo dos nossos ancestrais. O relógio do sol, a magia das estrelas, o sabor da receita do tataravô, a mandinga do xamã que foi deixado no rio. AMAR EM TEMPOS DE CÓLERAS. Anos de solidão afetiva. Meses de quarentena amarga. Quantos sentidos perdemos, quantas coisas em déficit? Falar pelo celular, desenhar num tablet, amar com emojis em eras de vírus. Somos MELANCOLIA. Somos PELES QUE NÃO HABITAMOS. O mundo se fechou pra você viver e o que você fez? MAIS DE CEM DIAS DE SOLIDÃO. García. Almodóvar. Lars von Trier. Somos doses de espectros de outrem, não produzimos mais muito. A sua hora-homem virou hora-máquina. Um clube da luta com Brad Pitt hoje fora de forma. Levados que se vão. Spectros tolos onde só aceitamos o perfeito. O que é a perfeição? Perfeito seria a combinação de todes e tudo. Que tudo somos se fazemos da nossa bolha de conforto um portal com fechaduras? Coceira design como? Perguntar a quem se o Google tudo sabe e diz. Usamos do fone de ouvido uma fechadura pro mundo. 💙Dizemos ser abertos e nunca decoramos o braille. Seu nome só tem carácteres latinos. Nunca se tocou num pincel, a aquarela de si já se transborda em água gosmenta. Aquarelas e sol amarelo. Castelos. Musicalidade e ondas. 💙🤍 Espaço e teto se juntam. A gente projetava os Jetsons e seu amigo autista não te tem como ombro amigo quando o mundo dele desaba por causa do seu toque chato do celular. Andamos descalços para sentir a terra mas que fazemos é sujar os pés, e não irrigar a alma. Meu espectro não é o seu. Obrigada. Meu espectro é aquém. Só meu. Mas se juntos fôssemos daríamos um abraço. Abrace aquele colega. A mãe que deixou de ler o jornal quando sem óculos. O vizinho que quebrou o vaso porque pesavam muito as suas articulações. A Anne Mendes que dor sentia ontem e hoje maker é porque o mundo ainda é cinza demais pra 20% dele. A Cathy tão fofa transborda em cores mesmo sem pronunciar o a do arco-íris e as nossas lágrimas já traduzem os fonemas de “a-mô”. A Lully recita o manifesto e não h