About the speaker
O tema deste mês é a palavra mais usada desde março de 2020.
"Ser resiliente é ser adaptável. É uma maneira de ser flexível e viva, gingando com os itens de sobrevivência: aprendendo, evoluindo e entrelaçando nossas raízes para compartilhar recursos e criar uma âncora forte de cuidado coletivo. Como árvores em uma tempestade, significa balançar em vez de quebrar."
E a construção do encontro do nosso capítulo foi tão especial quanto este tema nos tempos atuais. Como sabem, a Entre Rios, empresa de design de eventos, é nossa parceira para construção de cada um dos eventos mensais, e estamos planejando a edição de maio, desde março.
Com o apoio e participação da coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da UNAERP e do professor Renato de Campos, convidamos a turma do sétimo ano do curso de PP da UNAERP para este projeto e, com eles, descobrimos uma das personas do CreativeMornings Ribeirão Preto, seu comportamento a partir do mapa da empatia, mapeamos sua jornada e fizemos o mapa mental a partir do tema.
Deste processo de desenho do evento, chegamos num protótipo que foi testado e validado: RESILIÊNCIA, MULHERES INDÍGENAS NO CINEMA. E para esta conversa convidamos para a roda de conversa:
Olinda Yawar Wanderley, cineasta, Indígena do povo Tupinambá e Pataxó hãhãhãe, jornalista, e ativista ambiental, fez parte da equipe indígena realizadora do especial que foi ao ar este ano, "Falas da Terra". Em 2020 lançou o filme de ficção "Kaapora - O Chamado das Matas", em 2018 criou o longa "Mulheres que alimentam" e em 2015 apresentou sua obra documental "Retomar Para Existir".
Ela também participou na produção dos filmes "Uma Mulher Uma Aldeia" e "Je Suis L’engrais de ma Terre", como produtora da Mostra Paraguaçu de Cinema Indígena e como curadora do Festival de Cinema Indígena Cine Kurumin.
Lian Gaia, atriz, performer e poetisa, é formada em psicologia pela Universidade Santa Úrsula e ativista das causas indígenas e dos movimentos sem Terra. Indígena em retomada, ela traz um pouco de sua história em sua participação na abertura do especial "Falas da Terra", dizendo “sou indígena, acolhida por diversas etnias, pois assim como vários parentes eu não sei ao certo qual é a minha, já que minha mãe não fala mais a sua língua”.
Descende de José Mendes de Araújo, homem indígena amazonense retirado de sua aldeia para o contexto urbano do Rio de Janeiro, e bisneta de João Pedro Teixeira, homem preto nordestino e líder das Ligas Camponesas da Paraíba/Sapé que foi assassinado e cuja a história foi relatada em um dos documentários mais importante já produzido no Brasil: “Cabra Marcado Para Morrer” de Eduardo Coutinho.
Mari Rosa, ribeirão-pretana, fotógrafa de arte brasileira, documentarista, diretora de arte e fotografia, atua com mulheres em seu trabalho que é reconhecido como uma “fototerapia”. "Desde 2015, ela desenvolve o projeto Woman Real Life, em que fotografa com objetivo de devolver a soberania sobre o corpo da mulher para as verdadeiras donas. 'Quando fazemos isso, tiramos do patriarcado o poder de nos humilhar', afirma", este é um trecho de sua entrevista para a Revista TPM Veja também reportagens sobre o trabalho dela no [Hypeness]https://www.hypeness.com.br/2017/09/fotografa-eterniza-momentos-intimos-vividos-por-casais-homossexuais/ e na Revista Revide.
Junto com Tamikuã Pataxó Faustino, ela também é uma das responsáveis pelo documentário Jokana Xôhã sobre as mulheres na aldeia Barra Velha na Bahia.
E claro, teremos uma arte (quer dizer, três!) feita a partir da conversa. Convidamos três ilustradores que são estudantes da UNAERP e participaram do processo criativo deste evento.
A Mari Tonks que como amante de animações, tem sua criação focada em icons personalizados inspirados em cartoon, o Sandro Souza, que é multi-instrumentista, artista plástico, escritor e trabalha com direção de arte e edição de vídeos, e o Juan Avalo que tem seu estilo completamente voltado ao graffiti, com influência de diversos artistas brasileiros como Does e os Gêmeos.
Local partners
Por acreditar no poder transformador da diversidade e ter o processo de criação de eventos vivo pela conexão com pessoas de diferentes culturas, históricos profissionais e vivências pessoais, a Entre Rios é nossa parceira para desenhar cada um de nossos encontros :)
Essa é nossa casa, entendendo que os coworkings nos fazem sentir parte de uma comunidade, nos conecta a pessoas, a possíveis parceiros, amigos que nos inspiram e retratam diferentes pontos de vista. O Coworking Central é sobre sentir-se em casa e parte de uma comunidade.
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