Mariana Serrano nos conta das dificuldades para o acesso à Justiça por pessoas que não correspondem ao padrão do sujeito para quem a lei foi pensada
A Justiça costuma ser representada como uma mulher vendada, segurando uma balança em equilíbrio. Mas será que a Justiça realmente trata a todos sem fazer distinção, como se não enxergasse? E será que não deveria levar em consideração as diferenças entre as pessoas? Afinal, a lei foi criada pensando em quem, e a quem é endereçada? Nesse talk, Mariana Serrano nos fala sobre nosso sistema jurídico e nos conta histórias, tanto pessoais quanto de pessoas às quais atendeu, de como o acesso à Justiça pode ser muito mais difícil em alguns casos ou para alguns grupos, e o que podemos fazer para lidar com isso.